Desde o dia 1º de agosto, os prestadores de serviços do Município do Rio de Janeiro com receita bruta, em 2009, igual ou superior a R$ 240.000,00 reais estão obrigados a emitir a Nota Carioca. Os demais prestadores serão a obrigados a emissão da NFS-e a partir de 1º de outubro, com exceção dos imunes e isentos, cuja obrigatoriedade somente se dará em 1º de dezembro deste ano.

Vale observar que o prazo para conversão do Recibo Provisório de Serviço é até o dia 20 do mês seguinte ao da competência e que, conforme ressalta o Subsecretário de Fazenda, Márcio de Oliveira, “é importante que os contribuintes se cadastrem até o dia 27” do mês anterior a obrigatoriedade para evitar filas.

Para a coordenadora de Assuntos Tributários do Sistema FIRJAN, Cheryl Berno, o município do Rio de Janeiro segue tendência do que está acontecendo em todo o país.

“Deixamos a nota em papel e passamos para o meio digital. Mas, temos pedido aos fiscos tempo para que as empresas possam se adaptar a esta nova cultura”, destaca.

De acordo com Márcio de Oliveira, a Nota Carioca traz benefícios para os empresários, cidadãos e administração tributária, já que amplia a base de contribuintes pela demanda por emissão de NFSe, permite maior controle dos dados, maior efetividade nas ações de fiscalização, reduz a sonegação e dá fim à prática de notas calçadas ou talões paralelos.

Entre os benefícios para os empresários, Márcio coloca a responsabilidade da Prefeitura em guardar as notas e o cálculo automático. Já os cidadãos, terão sorteio de prêmios e outras vantagens como crédito para abatimento no IPTU.

O Subsecretário enfatiza também aqueles que estão impedidos de emitir a Nota Carioca. “São eles: profissionais autônomos, instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central, empresas de permissionárias e concessionárias de transporte público de passageiros e empresas prestadoras de serviços de exploração de rodovias. Os microempreendedores têm adesão facultativa”.

Ter, 24 de Agosto de 2010 09:58

O que faz uma boa escola?

Escrito por Iskola

Por: (Gilda Lück)


Bons resultados no vestibular? Boas notas nos boletins dos alunos? Uma escola onde a maioria dos alunos fica para exames ou reprova? (Parece incrível, mas conheço alguns professores que ainda acham que são excelentes profissionais porque reprovam, em séries mais avançadas, grande parte da turma.) 

Será que uma boa escola é aquela que considera uma turma pequena, com um professor medíocre, melhor do que uma turma grande com professores líderes inspiradores?

Podemos pensar na frase do professor Dr. Francisco Fialho, da Universidade Federal de Santa Catarina, “professores entusiasmados, alunos encantados”. 

Uma boa escola é uma comunidade de pais, professores, funcionários e gestores que, em uma maioria muito mais significativa do que pensamos – apesar de sobrecarregada com uma variedade de tarefas pedagógicas e não-pedagógicas, e um rendimento financeiro medíocre –, executa um trabalho em busca do crescimento próprio e dos educandos sob sua responsabilidade.

Sex, 06 de Agosto de 2010 15:04

QUANDO O DIRETOR É A ALMA DA EQUIPE

Escrito por Iskola

Por:Maria Elaine A. Cambraia – Diretora do Gestão Educacional

Especialistas revelam o caminho das pedras para o diretor deixar de ser chefe – e se tornar um líder capaz de inspirar os professores e mudar a escola.

Um diretor capaz de exercer liderança educacional pode determinar a diferença entre uma escola estagnada e uma escola em movimento.
O problema é encontrar esta figurinha difícil. Não só no Brasil, mas no mundo inteiro, são raros os diretores que atuam como professores de professores e agentes dinâmicos de mudança. A boa notícia é que liderança educacional não é um dom que ou você tem, graças a Deus, ou não tem e acabou-se. Ao contrário, é uma habilidade que pode ser desenvolvida e exercitada a cada dia.
Divulgado no site da Revista Nova Escola, apresento aqui a produção mais recente de três conhecidos educadores – Boudewijn van Velzen (Holanda), Eny Marisa Maia (Brasil) e Lorraine Monroe (Estados Unidos), todos envolvidos em processos de capacitação de lideranças educacionais em nosso país – e sete lições básicas para os diretores que, em 2007, queiram dar uma “virada” e passar a fazer diferença na vida de sua escola.

Ter, 03 de Agosto de 2010 13:16

O gerente educador e seu relacionamento com a equipe

Escrito por Iskola


O pecado mortal da arrogância
Por: Raúl Candeloro

Depois de ter recebido dezenas de e-mails a respeito, decidi estudar o assunto e dar minha opinião. A questão começou a surgir quando profissionais, geralmente mais jovens ou mulheres, escreviam reclamando de como são tratados em suas empresas. Infelizes, invariavelmente tinham sua produtividade alterada de forma negativa e, deprimidos, só conseguiam pensar em mudar de emprego (ou de chefe).

Comecei então a pesquisar. Por que tantas empresas têm sucesso por algum tempo, crescem e depois entram num período de grande turbulência? Por que alguns gestores perdem os melhores professores da sua equipe docente? Por que algumas instituições são pegas de surpresa pela concorrência?

Todas essas perguntas têm uma mesma resposta: a arrogância.

Uma pessoa arrogante tem estas características:
a) Tem uma opinião irreal das suas próprias habilidades.
b) Considera os outros inferiores (complexo de superioridade).
c) Usa a arrogância como uma forma doentia de manifestar sua própria insegurança.

O líder arrogante, por definição, acha suas próprias idéias e opiniões muito mais importantes do que as de outras pessoas. Espera dos outros nada mais do que obediência submissa e passiva. Freqüentemente, desrespeita as pessoas e não suporta idéias contrárias às suas, tratando-as de forma negativa e tachando-as de insolência, insubordinação, incompetência. Como só toleram quem se submete de forma servil, vivem rodeados de puxa-sacos. Afinal de contas, acham que são o centro do universo.


Por debaixo dos panos


No começo da carreira essas pessoas manipulam o sistema para subir a qualquer custo. Muitas vezes têm sucesso, pois sua insegurança, transformada em arrogância, serve de combustível permanente para sua compulsão. A única coisa que os alimenta a alma doentia é “subir”, serem reconhecidos, aplaudidos, venerados.

Serem respeitados é a única forma de apaziguar a neurose e a dor que sentem na alma pela própria insegurança. Então, se transformam em workaholics, especialistas não só no próprio trabalho, mas também em politicagens e intrigas. Por fim, se são superiores (pelo menos na sua própria concepção), acham justo utilizar qualquer arma – mesmo que seja a trapaça – para subir ou para alcançar o sucesso.

O problema é que esse sucesso estimula a arrogância latente, e essa leva ao fracasso. Alguém que se considera perfeito não fará nenhum esforço para melhorar ou aprender. Afinal, como melhorar algo que é perfeito? O arrogante invariavelmente se acomoda e acaba derrubado pela sua própria complacência e estagnação.

A arrogância também serve de véu, o qual cobre as imperfeições de si mesmo. O arrogante não ouve conselhos nem aprende com a experiência dos outros. Por ter eliminado do seu círculo de contato todas as pessoas que pensam diferente, o líder com essa característica também não tem ninguém para aconselhá-lo, dizer a verdade ou chamar sua atenção. Mesmo que tivesse, será que prestaria atenção? Provavelmente não. Mais um motivo pelo qual a arrogância leva ao fracasso.

A boa liderança conquista através do exemplo. O arrogante se impõe através da força bruta. Por isso, tem o grande problema de criar inimigos. Mesmo pessoas do seu círculo mais próximo torcem intimamente para que ele caia. Quando começa a cair, coisa que pode demorar, mas constantemente ocorre, o arrogante não pede ajuda, porque é arrogante. E quando pede, não encontra, porque todos estão torcendo pela sua queda.

Qui, 29 de Julho de 2010 10:20

Crescimento econômico 'turbina' cursos técnicos

Escrito por Iskola

Formação em áreas voltadas ao setor petrolífero, construção civil e meio ambiente estão em alta

Por:DANILO CAMPOS
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Se o crescimento da economia se mantiver acima dos 5% ao ano, pode faltar mão de obra técnica especializada. A projeção para o Brasil do futuro já aquece a área dos cursos técnicos e tecnó-logos em todo o país.
As apostas de crescimento estão principalmente no setores voltados para a produção e extração de petróleo, infraestrutura, construção civil e meio ambiente.
Na região algumas escolas passaram a oferecer curso de curta duração nos últimos três anos para atender à demanda do mercado.
A Etep (Escola Técnica Everardo Passos) e o Cephas (Centro de Educação Profissional Hélio Augusto de Souza) em São José dos Campos ministram os cursos de Tecnólogo em Controle de Obras e Técnico em Edificações, respectivamente, há três anos.
Segundo o coordenador de desenvolvimento da Etep, Oscar Strauss, os alunos formados ocupam espaço anteriormente designado a Engenheiros Civis.
"O aluno vai fazer a gestão e o controle de obras. Não é preciso esperar a formação completa, por cinco anos, de um engenheiro para ocupar a vaga", disse.
Os cursos de tecnólogos tem duração média de três anos e são considerados de nível superior. Já os cursos técnicos tem duração máxima de dois anos.
"Os empregadores dificilmente fazem distinção. Os salários são muito parecidos", disse Natali Porto Borges, da União RH em São José dos Campos.

Carreira.
Thiago da Fonseca Barbosa, 23 anos, decidiu cursar Edificações. Depois de dois empregos, montou o próprio a Constrular Vale, uma "miniconstrutora na zona sul", como ele mesmo define. Hoje constrói e vende casas populares. "Vendi um apartamento e investi. Agora tenho cinco casas em construção".
Ele estima que seus rendimentos chegam ao dobro de que recebe um engenheiro em início de carreira.

Pré-Sal.
Segundo a coordenadora do curso de Petróleo de Gás do Centro Universitário Módulo em Caraguatatuba, Tatiane Ribeiro, a busca por profissionais da área deve crescer com o início da exploração da camada Pré-Sal. "O público alvo possui perfis variados. Há estudantes egressos do ensino médio e até profissionais que já trabalham na Petrobras e querem se aprimorar", disse.

Qua, 28 de Julho de 2010 08:39

Curso técnico e livre encurta caminho para emprego

Escrito por Iskola

Se você colocou na cabeça que a melhor solução para o sucesso profissional é entrar na faculdade imediatamente, pare para pensar... O que está acontecendo com o mercado de trabalho?... De um lado, há um batalhão de candidatos, principalmente jovens entre 17 e 25 anos, com formação superior, que não conseguem emprego. Do outro lado, as empresas estão dizendo que as vagas existem, mas faltam candidatos qualificados.

“A maior dificuldade é achar a mão-de-obra que está dentro das nossas expectativas técnicas”, revela Michael Bauer, presidente de empresa.

A realidade é que estão sobrando candidatos com curso superior e faltando candidatos de nível técnico. Foi isso o que fez Ronald da Silva desistir da faculdade de economia para começar um curso técnico em cerâmica no Senai.

“Ia estudar uma coisa que ia ficar quatro anos e meio estudando aquilo, e depois como é que eu ia conseguir mercado? Não ia ter mercado para eu trabalhar”, comenta Ronald da Silva, estudante do curso técnico em cerâmica.

Formado pelo Senai, Kleber Teixeira desenvolve projetos de potes e tampas plásticas numa fábrica em São Paulo. Em apenas dez meses na empresa, ele já foi promovido e passou a ganhar um ótimo salário.

Atualmente, informática é o setor que mais está oferecendo vagas. Estima-se que nos próximos cinco anos haverá uma falta de cem mil técnicos em informática. O mercado também está à procura de técnicos em logística, um curso em alta no momento.

No outro extremo do mercado de trabalho  haverá um excesso de dezenas de milhares de bacharéis de direito, jornalistas e psicólogos.

Qua, 07 de Julho de 2010 08:02

Aprender sempre para ensinar mais

Escrito por Iskola

(Por:Ana Rita Martins)

Não é só o aluno que precisa de um bom professor para aprender. O educador também necessita de bons formadores para fazer a diferença na sala de aula. O impacto na aprendizagem de iniciativas de capacitação em serviço costuma ser direto - e rápido. No Japão, um dos países mais avançados nessa área, a formação em serviço não acaba nunca: políticas públicas garantem que os professores ganhem conhecimentos até a aposentadoria

O modelo japonês mescla atividades tradicionais, como cursos específicos - cada docente assiste a pelo menos um por ano -, com iniciativas inovadoras. Profissionais novatos são acompanhados por monitores dois dias por semana. Outra política é o estímulo às atividades em equipe. É comum os docentes elaborarem, planejarem e refletirem sobre seu planejamento e material didático em conjunto, assim como visitarem a sala de aula dos colegas para observarem seu trabalho.

Atualmente, diversos municípios brasileiros investem na formação em serviço para melhorar a instrução dos professores. O problema é como isso tem sido feito. "O currículo e o cronograma precisam ser discutidos com os participantes. É necessário casar a teoria do curso com a prática em sala de aula para que a formação seja realmente útil", diz Raquel Linhares, coordenadora da área de Educação do Senac em São Paulo.

Ter, 22 de Junho de 2010 08:39

Aulas digitais reforçam ensino na rede municipal

Escrito por Iskola

Os alunos do Rio serão os primeiros do País a ter aulas digitais no currículo, com ferramenta que promete revolucionar as técnicas de ensino. Batizado de Educopédia, o programa, aprovado pelo Ministério da Educação (MEC), permite que estudantes acessem na Internet o conteúdo das disciplinas que será ensinado em todo o bimestre.

Alguns temas foram desenvolvidos de modo que o aluno possa aprender por jogos de computador, animação e vídeos. Teste-piloto começa em 15 de agosto nas 1.064 escolas da rede, em todas as séries.

Nos colégios da rede estadual, outra ferramenta tecnológica passa a funcionar nesta terça-feira. Já está no site da Secretaria Estadual de Educação o boletim online, em que é possível acessar as notas dos estudantes de qualquer computador.

Seg, 21 de Junho de 2010 10:55

Como administrar a rotina na sala de 1º ano

Escrito por Iskola

(Por Arthur Guimarães e Bianca Bibiano)

A receita para receber bem a turma de 6 anos e levá-la a avançar na aprendizagem envolve um caminho híbrido entre o mundo do Ensino Fundamental e a prática da pré-escola. "A migração dessas crianças não pode significar que elas deixem de brincar para estudar como os mais velhos. A escola não precisa ter um cotidiano sério para ter qualidade. Brincar é um direito delas", argumenta Ângela Borba, da Universidade Federal Fluminense (UFF).


Isso não significa que a alfabetização deva ser deixada de lado. Ela precisa ter a roupagem certa. "Lemos e escrevemos para conhecer mais sobre o mundo e também para participar das práticas sociais e culturais, e não para preencher lacunas de exercícios didáticos", diz a especialista. Esse mesmo princípio tem de guiar as
atividades propostas em todas as disciplinas: fazer sentido para as crianças, assim como fazem na vida. 

Para aprender sobre o mundo, os estudantes precisam se movimentar e interagir uns com os outros e com os objetos do conhecimento - proporcionado pela rotina. "As salas ideais valorizam as ações dos pequenos, suas expressões, a imaginação, as falas e as produções . Para isso, o mobiliário tem de proporcionar flexibilidade. Por fim, é preciso deixar à disposição da turma todos os materiais que permitam variadas possibilidades de expressão - verbal, gráfica e plástica.


Ter, 08 de Junho de 2010 11:04

Bastidores da gestão educacional

Escrito por Iskola

Uma instituição de ensino tem como objetivo principal formar, desenvolver e qualificar pessoas. Afora essa peculiaridade, ela é uma organização como outra qualquer, que precisa de recursos financeiros para honrar suas obrigações e gerar ainda um saldo positivo para se manter. Por isso, é dever dos gestores de uma entidade educacional cuidar de sua sustentabilidade econômica.

No entanto, o setor — de ensino fundamental ao superior — passa hoje por um momento de consolidação e fusões, depois de enfrentar aumento da competição, queda de receita e concorrência predatória. Esse forte movimento das instituições de ensino impactou na sua gestão financeira. Com isso, elas tiveram que rever sua estrutura de custos, seu modelo de precificação, sua equipe de profissionais gestores e se adequar a uma nova realidade.

Qui, 27 de Maio de 2010 11:13

Brasil tem 56% de escolas conectadas à internet

Escrito por Iskola

O Brasil tem pouco mais da metade das escolas conectadas à internet, segundo dados divulgados nesta terça-feira (25) pela União Internacional de Telecomunicações (ITU, na sigla em inglês).

As informações foram compiladas a partir de números enviados pelos próprios países à entidade --no caso do Brasil, a responsável pelo envio foi a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Para efeito de comparação, enquanto o país mantém 56% das escolas com acesso à rede, no Chile a cobertura de escolas chega a 75% (das quais 67% mantêm conexão banda larga).]

De acordo com os dados, dentro da América Latina, apenas o Uruguai mantém 100% de cobertura de internet banda larga nas escolas.

Além do Uruguai, Jordânia (80%), Ilhas Maurício (85%) e Lituânia (69%) superam o Brasil nesse quesito.

A maioria dos países desenvolvidos têm 100% de cobertura --ou chega próxima ao índice.

Baseado em dados de 2006, o relatório aponta que, das 4.801 bibliotecas existentes no país, 9,3% delas tinham algum tipo de acesso à rede.

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